
A ashwagandha (nome científico: Withania somnifera) é uma planta medicinal muito utilizada na medicina ayurvédica há milhares de anos, principalmente por seus efeitos adaptógenos — ou seja, ajuda o corpo a lidar com o estresse físico e mental.
As doses de 500 mg a 600 mg por dia são comuns em suplementos, e os principais benefícios associados ao uso da ashwagandha incluem:
Contém substâncias com efeito GABA-Mimético que a define como tranquilizante e anticonvulsivante. Também por isso pode ser indicado para tratamento da nevralgia do trigêmeo. Estudos demonstraram resultados satisfatórios como tranquilizante do sistema nervoso central, parece ser este o mecanismo que justifica a ação contra insônia.
Aumenta a capacidade cognitiva do cérebro, melhora a atenção. Este efeito pode ser explicado devido ao extrato aumentar a capacidade dos receptores muscarínicos.
O aumento significativo de T4 indica que o ativo a exerce um efeito tixotrópico a nível glandular (níveis de T3 não alteram). Também pode estimular a glândula tireoidal de maneira indireta através do sistema antioxidante, pode ser útil no tratamento do hipotireoidismo
Em casos de HIV, o extrato reduz a carga viral e aumenta a quantidade de células CD4, e assim tem uma significativa melhora sintomatológica.
reduz a concentração plasmática de triglicerídeos LDL e aumenta a síntese de HDL, reduzindo o desenvolvimento de aterosclerose. Também foi comprovado que reduz a síntese de triglicerídeos.
Retarda o desenvolvimento de culturas de diferentes células como as do carcinoma de faringe ou de mamas e alguns outros neoplasmas, provavelmente, devido a redução de glutationa em células malignas.
Contém ferro e pode aumentar os níveis de hemoglobina e eritrócitos, então o consumo em grande quantidade deve ser evitado por pacientes com hemocromatose. Pode aumentar o efeito de barbitúricos e sedativos. Não deve ser usado na gravidez e lactação.